JP Padilha
Sola Scriptura
VAIDADE DE VAIDADES | JP Padilha
Nós nunca vimos a morte agonizante de um homem na cruz. No momento exato em que um homem é pregado à uma cruz, ele perde todos os seus direitos. E se você for pregado a uma cruz, você perderá todos os seus direitos também.
Este homem da foto sou eu antes de descobrir o quão vaidoso eu era e o quão autossuficiente eu me achava. Mas tudo isso me foi tirado. Tudo! Antes de ser habitado pelo Espírito Santo, o Senhor sempre esvaziará o homem a tal ponto que não restará nada dele mesmo dentro de si. Deus tira tudo de você para fazer de você um novo homem – um homem verdadeiramente nascido do Espírito, não da carne. É um novo nascimento.
Paulo basicamente disse: “Ninguém me inquiete! Estou cercado! Eu trago em meu corpo as marcas de um escravo. Eu sou um servo de Jesus Cristo. Eu não tenho vontade própria; eu não tenho direitos próprios”.
Para ser cheio do Espírito Santo, é preciso esvaziar o interior de si mesmo, o que significa deixar de ser guiado pelo ego, vaidade, autossuficiência, mágoas ou vontade própria. O Espírito Santo não pode habitar plenamente onde já existe "muita gente" (egocentrismo).
Assim como um copo cheio de água suja não pode receber água limpa, o coração e a mente precisam se esvaziar de si mesmos (egocentrismo, autossuficiência, ansiedades, pecados) para serem cheios do Espírito Santo.
O "Vazio" é uma preparação, não um castigo de Deus. O esvaziamento, muitas vezes sentido através de provações, perdas ou momentos de fraqueza, é o cenário onde Deus age, fazendo com que o indivíduo reconheça sua total dependência dEle.
Quando você realmente se converte a Cristo, você perde toda a sua identidade. Deus tira de você todo o seu "eu" e faz de você um nada. Trata-se de um processo de morte da sua velha natureza para que, no lugar do que você era, Cristo seja em você. Você não tem mais vida própria, vontade própria, preferência própria, princípios próprios, filosofia própria, pensamentos próprios, nem caminha com os próprios pés. Quando você realmente se converte a Cristo, todo o seu ser está sob a pessoa de Cristo. Não se trata simplesmente de uma "evolução do espírito" ou "melhoria da alma", como católicos e espíritas costumam ensinar. Trata-se de uma metamorfose, no sentido mais amplo e literal da palavra. Os pagãos perguntarão: "O que aconteceu com você? Este não é o JP que conhecíamos". Você simplesmente SUMIU! Agora, quem ocupa o seu lugar é Cristo em Pessoa.
Temos à nossa volta um "império de carne", músculo, beleza, cabelo, e tudo isso vai apodrecer no caixão. Vai apodrecer no caixão. A beleza, a riqueza, o glamour, o brilho - tudo isso em que as pessoas investem as suas vidas irá apodrecer. Mas, o que faz a vontade de Deus permanecerá para sempre.
"Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol? Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece. Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu. O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos. Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr. Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir. O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós. Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois" (Eclesiastes 1.2-11).
Este homem da foto era eu quando eu pensava que não era vaidoso ou egocêntrico. Eu nunca estive tão enganado. Assim que Deus tirou tudo de mim e fez de mim um nada, descobri o quão cheio de pecado e vaidade eu estava. Posso não ter conseguido ser quem eu deveria ser agora, mas também não sou mais quem eu era antes.
– JP Padilha
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MERCADORES DA FÉ | JP Padilha
A Bíblia condena severamente quem faz comércio da fé, tratando o evangelho ou dons espirituais como mercadoria para ganho financeiro ou pessoal. Essa prática é vista como exploração, avareza e uma distorção dos ensinamentos de Jesus, sendo combatida tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
Aqui estão os principais pontos sobre o que a Bíblia ensina:
• A Expulsão dos Vendilhões (O exemplo de Jesus): Jesus expulsou os comerciantes do Templo de Jerusalém, afirmando que tinham transformado uma "casa de oração" em um "covil de salteadores" (Mt 21.12-13, Mc 11.15-17).
• O Uso Indevido do Evangelho: A Bíblia adverte contra aqueles que, "com palavras fingidas e por avareza, fazem comércio dos fiéis” (2 Pedro 2.3). Este verso termina dizendo qual o destino desses falsos pastores, “sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita”. O evangelho deve ser pregado gratuitamente, sem segundas intenções financeiras.
• Motivação Pela Avareza: A comercialização da fé é associada à exploração de líderes religiosos que condicionam bênçãos a doações, “dízimos”, compras de cursos teológicos, de seminários e livros indisponíveis em formato digital para aqueles que não possuem condições de ter o material físico, manipulando fiéis com exigências e metas, o que é considerado um pecado grave.
• Juízo Sobre os Mercadores da Fé: Apocalipse 18.11-15 descreve o juízo divino sobre aqueles que se enriqueceram comercializando produtos espirituais, indicando que tal prática trará consequências severas – a perdição e ruína eternas.
• A Gratuidade dos Dons: Jesus instruiu seus discípulos: "De graça recebestes, de graça dai" (Mateus 10.8), o que contradiz a venda do ensinamento do evangelho, das orações ou bênçãos. Tudo que os discípulos haviam recebido eles deveriam também distribuir de graça aos demais.
Em resumo, a Bíblia ensina que a fé e o ministério não devem ser usados para obter lucro (mercantilização da fé), sendo essa uma conduta ética contrária aos princípios cristãos, praticada por falsos mestres, falsos pastores e falsos ministros.
Entenda quem são os “Mercenários da Fé” neste link:
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– JP Padilha
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CARNAVAL – UM PORTAL DO INFERNO | JP Padilha
Todos os anos, aqui no Brasil, vocês, prevaricadores, celebram o carnaval. Vocês só estão trazendo mais julgamento de Deus sobre este país. Vocês estão deixando Deus enfurecido. E essa será uma das razões pela qual o Brasil será destruído. A ira de Deus será derramada neste país.
“Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho” (2 João 1.9).
O termo Prevaricador na Bíblia refere-se, de modo geral, àquele que é infiel, trai a confiança de Deus, transgride a lei divina ou desvia-se da doutrina, sendo sinônimo de infiel, traidor ou transgressor.
O carnaval é um portal do inferno, onde a carne é glorificada e a alma é esquecida. “Não reine, pois, o pecado em vosso corpo mortal, para que não obedeçais às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Romanos 6.12-13). O carnaval é um período de orgias, bebedeiras e pecado (Gl 5.19-21). Jesus nos ordena a prezar pela vigilância, a orar e vigiar (Mt 14.38). O mandamento que resume todo o Novo Testamento, em termos de obediência, é: "Sede santos" (1Pe 1.15-16)... “porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação” (1Ts 4.7).
“A religião pura e imaculada para com Deus e Pai é esta: Guardar-se da corrupção do mundo” (Tiago 1.27b). Esta é a única religião que Jesus nos deixou. E como nos guardar da corrupção do mundo? Crendo nEle e observando a Sua Palavra (Jo 5.24; 12.44-50; 14.10,15; 21-26).
Mais uma vez, a festa mais popular de SATANÁS no Brasil ocorreu com sucesso, e muitos ditos "cristãos" participaram ou, no mínimo, concordaram com ela, fazendo "vista grossa" diante dos pagãos, inclusive com pretextos de "evangelização". Outros, de forma ainda pior, justificam suas abominações por meio da palavra "gospel". Hoje temos o "Carnaval Gospel" – a assim chamada "Igreja" do século XXI imitando o mundo, quando o mundo deveria estar observando a Igreja. Porém, Deus chama os Seus para saírem do meio desta geração sórdida e perversa, bem como de suas festas hediondas. Há muitos versículos que eu poderia usar para demonstrar o quão abominável essa farra se mostra diante do Deus vivo. Mas, por ora, lembremo-nos do que é dito na carta de Judas, que provavelmente descreve bem o Carnaval e outras das festividades carnais que vemos no mundo:
"Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno. E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, contaminam a sua carne, e rejeitam a dominação, e vituperam as dignidades (...). Ai deles! porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Coré. Estes são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas; ondas impetuosas do mar, que escumam as suas mesmas abominações; estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas (...). Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que a si mesmos se separam, sensuais, que não têm o Espírito. Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo, conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna. E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento; e salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne" (Judas 1.7,8, 11-13, 17-23).
– JP Padilha
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A INCOERÊNCIA DO LIVRE-ARBÍTRIO | JP Padilha
Antes de iniciar as considerações, é necessário definir alguns termos:
Livre-arbítrio – Crença de que a vontade humana é livre e tem um poder inerente de escolha entre alternativas. Ou seja, o poder de escolha contrária ou a liberdade da indiferença. A vontade é livre de qualquer causação necessária, seja interna ou externa.
Autonomia – Qualidade da vontade ou do intelecto que o capacita a funcionar a favor ou contra qualquer curso particular de ação, por meio disso exibindo uma capacidade inata de optar por si mesmo o seu destino.
Independência – Estado ou condição de não depender de algo ou alguém. É a liberdade de agir por conta própria, sem subordinação a outras entidades. Trata-se do poder de agir sem a necessidade de aprovação ou controle de terceiros.
Autossuficiência: A capacidade de suprir as próprias necessidades sem depender de outros.
Definições postas, vamos ater-nos aos pontos-chave que levam à incoerência do livre-arbítrio:
A ideia do livre-arbítrio é de que dele depende a responsabilidade humana. Porém, quando se questiona a origem dessa responsabilidade, tem-se como argumento que ela procede do livre-arbítrio. Está formado o argumento circular vicioso.
Para o arminiano, Deus não atropela o “soberano” livre-arbítrio do homem. Logo, a vontade humana não tem causação externa. Dessa forma, estão asseguradas a integridade e a responsabilidade do homem. Porém, se isso não é tolice, é presunção, porque Deus sempre fará toda a Sua vontade e nada nem ninguém pode-lhe frustrar a vontade (Is 46.9-10), ao passo que o homem é sempre escravo, seja do pecado, seja da justiça (Rm 6.17-18).
A vontade se move por si mesma em resposta ao que a mente conhece, e pode causar tanto a ação em resposta às influências como resisti-las. O que nos leva à pergunta: Se o conhecimento intelectual [aqui incluídas a moral e a ética] será o ponto de partida, o princípio avaliativo da vontade, como a vontade será livre? Esse conhecimento sempre virá de uma fonte externa e provavelmente virá como um argumento verdadeiro ou falacioso. Se o conhecimento for corrompido, manipulado ou integral, quais são as bases para que ele seja correto? Será possível eu ter esse conhecimento inato do que é certo e errado sem qualquer influência externa? A vontade não poderá ser “induzida” pelo conhecimento adulterado? Ainda que esse conhecimento seja bíblico, no sentido das informações corretas, o intelecto pode não processá-las legitimamente e induzir a vontade a uma escolha errada.
Para que o homem pudesse escolher de forma neutra, seria necessário que não tivesse nenhum conhecimento, que sua mente fosse vazia – um ponto morto, mas, aí entra a questão: Como a vontade poderia se decidir sem nenhuma base? Na sorte, deixada a cargo do acaso seria a opção. Visto a liberdade espontânea do livre-arbítrio, podemos somente nos remeter ao acaso. Todavia, como seríamos responsáveis, já que não temos nenhuma influência causal na decisão?
Portanto, a teoria do livre-arbítrio destrói a responsabilidade humana em vez de apoiá-la. Como posso ser responsabilizado por ações surgidas de um livre-arbítrio que, pelo fato de ele ser livre, não está sob o meu controle? (nem sob o controle divino também, na visão do arminiano).
Se um argumento pode levar a vontade a se decidir, onde está a neutralidade moral? O argumento causou a escolha. A própria Bíblia deveria ser desconsiderada pelos defensores da teoria do livre-arbítrio, visto ser ela a fonte da Lei Moral, a qual estabelece o significado de bem e mal e leva-nos à compreensão do que é a santidade e o pecado. Ela nos influenciará decididamente na escolha entre o que é santo e o que é pecaminoso. Logo, onde está a neutralidade? E ficam perguntas: Deus é neutro? As Escrituras são neutras? O mundo é neutro? Em qual aspecto da vida, seja eterna ou temporal, se percebe neutralidade moral? Ou se está sob a influência do bem, ou sob a influência do mal. Não existe nada que seja moralmente neutro; que pratique atos neutros [sem efeito algum].
Portanto, é ilógico dizer que a vontade humana seja neutra, visto sê-la influenciada por Deus ou Satanás. Senão, por que Davi, Isaías e Paulo diriam que todos pecaram [todos!] e destituídos estão da glória de Deus? (Sl 14.2-3; Is 59.2-11; Rm 3.23; 5.12). Se todos pecaram, somos todos pecadores e a nossa vontade está corrompida, deteriorada, sob a influência do pecado e sem a menor possibilidade de ser neutra e poder escolher o bem. Para que o arminiano não concorde com isso, ele terá de rejeitar a Bíblia como a Palavra inspirada de Deus.
A questão não é se podemos escolher, mas como e de que forma escolhemos. E se somos pecadores, a nossa escolha será sempre na direção do pecado, “porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser” (Romanos 8.7). Dessa forma, a Bíblia afirma que o homem natural é um pecador, o qual é desprovido da capacidade de obedecer a Deus, tornando-o moralmente responsável, tenha ou não capacidade moral. O homem será sempre condenável diante de Deus se não obedecê-lo, ou seja, a desobediência aos princípios morais estabelecidos pelo Criador é que o torna responsável por seus delitos. A responsabilidade moral não está baseada na capacidade moral (que o homem natural não possui) ou no livre-arbítrio (que nenhuma criatura possui), mas na autoridade e soberania de Deus que determinou a não-obediência aos Seus mandamentos como a causa pela qual o homem ímpio será condenado e tornado indesculpável.
Por isso, pode-se afirmar seguramente que o livre-arbítrio é indefensável, ilógico e não-factível. A vontade humana é livre em qual sentido? Por exemplo, consideremos um hindu que nasceu no hinduísmo e cuja família se submete ao regime de castas, e crê na divindade de um inseto. Qual seria a sua capacidade natural de não escolher adorar ao inseto? Para que isso acontecesse, ele teria de ser confrontado pela Verdade e reconhecer que tanto o sistema de castas como a adoração ao inseto é uma tolice, uma mentira que o quer manter escravizado na ignorância acerca de Deus.
Se ele não for confrontado pela verdade (e a verdade é externa), ele jamais se livrará da mentira. Pelo fato da mentira ser o que ele tem por verdade, transmitida por sua família e clã (externamente) essa crença o influenciará a sempre pensar nos seus pressupostos como verdadeiros, quando o que tem são falsas premissas a induzi-lo ao engano.
Onde está a neutralidade para que ele possa escolher livremente? Se o livre-arbítrio é o movimento da mente em certa direção, a neutralidade poderia levá-lo a essa direção? As influências externas à mente, as quais está sujeito, determinarão a sua decisão. Sendo assim, está claro que esse movimento da mente não é livre e que ninguém toma decisões livres, mas todos nós estamos sujeitos à influência; a fatores causais.
Muitos arminianos têm certeza de que possuem o livre-arbítrio apenas porque presumiram tê-lo; e garantem que não sofrem nenhuma espécie de influência em suas decisões “livres”. Porém, fica a pergunta: Quem tem a certeza de que não está sujeito, ainda que minimamente, a influências que afetariam a sua vontade? Por exemplo, estar sob o efeito de medicamentos, bactérias e vírus, ou sob a ação de partículas subatômicas ou cósmicas. Ou seja, para que essa neutralidade fosse “livre”, teria que, no mínimo, ser onisciente e conhecer exaustivamente tudo, a fim de se ter certeza de não haver alguma causa a operar sobre a vontade humana, muito antes de ser confrontado pela cosmovisão cristã. Como nenhum ser humano é onisciente e apenas Deus o é, o suposto livre-arbítrio não pode levar jamais o homem a uma escolha neutra, sem influências ou antecedentes, sem que se detenha qualquer pressuposição.
Para que a escolha fosse neutra, seria preciso que não houvesse o conhecimento e o sentido de bem ou mal (a Lei Moral). O hindu, sobre a influência do hinduísmo, entenderá o mal como o bem, e o bem como o mal. Pessoas como este hindu “fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” (Isaías 5.20). Por si só, ele jamais poderá compreender e entender (interiormente) o significado verdadeiro e real do que é bem e mal a fim de escolher entre um e outro.
O livre-arbítrio em si mesmo não detém nem o bem nem o mal, como algo neutro manteria o indivíduo numa posição de falta de escolha, de ausência de vontade, onde ele permaneceria num ponto vago, numa posição sem solução, incapaz de se definir, porque nada lhe é identificado; e assim, se está nesse ponto morto, como será levado a agir? Em que bases? Se é neutra, não é causada; logo, qualquer semelhança com o acaso não é mera coincidência. E se a mente é levada a agir pelo acaso, como poderá ser responsabilizada?
A afirmação “se nós não temos o livre-arbítrio, não podemos ser responsáveis pelas nossas ações” é verdadeira? Em qual sentido? Quem a provou como verdade? E uma pergunta muito mais explícita ainda: À luz das Escrituras, qual a relação entre responsabilidade e liberdade? Onde elas aparecem e onde estão especificadas a sua conexão?
São perguntas que o arminiano não se dispõe a responder. Para ele, basta estabelecer o axioma, e pronto. Provar para quê?
Por essas e outras, o livre-arbítrio é incoerente e incapaz de levar o homem a lugar algum. Como teoria autonomista, não encontra respaldo bíblico, sustentando-se apenas e tão somente pelo seu apelo humanista, ou seja, antibíblico, porque nada mais é do que o desejo de se ter um poder para decidir independentemente, chegando à blasfêmia de se cogitar até mesmo uma autonomia sem a intervenção de Deus. A teoria do livre-arbítrio não passa de uma estúpida pretensão ou delírio diabólico, cujo único objetivo é tornar o homem um “deus” independente e livre de Deus, o que felizmente é impossível.
– JP Padilha
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Será que o versículo que diz "Não extingais o Espírito" significa que posso perder a salvação? | JP Padilha
A dúvida de muitos cristãos é se podemos afirmar que o Espírito Santo, uma vez recebido pelo crente, nunca mais irá sair deles, considerando que 1 Tessalonicenses 5.19 fala da possibilidade de se extinguir ou apagar o Espírito. Calma! O Espírito Santo não irá te deixar! Essa teoria é herética e blasfema. É importante entender que a passagem que diz "Não extingais o Espírito" não está falando de salvação ou da presença do Espírito Santo no crente, mas de Sua atuação na assembleia ou igreja.
Lembremo-nos de que esta é uma carta escrita a uma assembleia e não a um indivíduo (como é o caso das cartas a Timóteo). Portanto, o apóstolo Paulo está falando aqui do funcionamento da assembleia. Se você ler de uma tirada só todos os versículos, verá que ele está dando diretrizes para o bom funcionamento de uma assembleia onde o Espírito Santo possa agir livremente sem qualquer obstrução, especialmente com relação aos dons que são exercidos pelos crentes na assembleia. O contexto encontra-se no último capítulo da primeira carta aos Tessalonicenses, onde Paulo dá instruções práticas sobre a vida comunitária, incluindo o respeito às profecias e o discernimento, retendo o que é bom. Vejamos o contexto:
1 Tessalonicenses 5.11-22 – "Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis. E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós. Rogamo-vos, também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos. Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo. Retende o bem. Abstende-vos de toda a aparência do mal" (ênfase minha).
O contexto diz que todos os irmãos devem se exortar mutuamente e se edificar mutuamente (v. 11), reconhecer os que trabalham, presidem, admoestam (v. 12), promover a paz (v. 13), admoestar os desordeiros, consolar os de pouco ânimo, sustentar os fracos, ser pacientes para com todos (v. 14), não pagar mal com mal, seguir o bem uns para com os outros (v. 15), regozijar sempre (v. 16), orar sem cessar (v. 17), dar graças em tudo (v. 18), não extinguir (abafar) o Espírito (v. 19), não desprezar profecias (v. 20), examinar tudo e reter o bem (v. 21) e abster de toda a aparência de mal (v. 21).
Portanto, a admoestação "Não extingais o Espírito" não fala da "perda do Espírito Santo" por um indivíduo, mas sim da obstrução da liberdade do Espírito na assembleia. Quando cristãos se reúnem sob o comando de um homem, como acontece frequentemente nas religiões cristãs, estão obstruindo ou extinguindo o Espírito, o qual não poderá, assim, agir livremente usando quem Ele quiser para profetizar (no sentido de proferir a Palavra de Deus), trazer ações de graças, orar etc. A passagem fará mais sentido se você levar em conta o que diz em 1 Coríntios 14, que são também diretrizes para quando os cristãos se reúnem (observe que na passagem não há um homem à frente liderando a reunião):
1 Coríntios 14.26 – "Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. E falem os profetas, dois ou três, e os outros julguem. Mas se a outro, que estiver sentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, cada um por sua vez; para que todos aprendam e todos sejam cosolados; pois os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas; porque Deus não é Deus de confusão, mas sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos, as mulheres estejam caladas nas igrejas; porque lhes não é permitido falar; mas estejam submissas como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, perguntem em casa a seus próprios maridos; porque é indecoroso para a mulher o falar na igreja. Porventura foi de vós que partiu a palavra de Deus? Ou veio ela somente para vós? Se alguém se considera profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor".
Sendo assim, o castelo de cartas da doutrina herética da "perda da salvação" é logo derrubado quando lemos todo o contexto referente ao versículo "Não extingais (ou não apagueis, ou não abafeis, ou não obstruais, etc) o Espírito", uma prática muito comum nas denominações religiosas institucionais, uma vez que os ministros dessas organizações não permitem que o Espírito fale livremente, mas colocam um ou dois clérigos para falarem por toda a igreja e colocam os demais crentes sentados sem permissão para sequer questionar suas falas.
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A LIBERDADE DO OLEIRO | Charles Haddon Spurgeon
Não existe atributo de Deus que ofereça mais conforto aos Seus filhos do que a doutrina da Soberania Divina. Nas circunstâncias mais adversas, nos mais graves problemas, eles creem que a soberania divina ordenou as suas aflições, acreditam que ela os governa e os santificará completamente. Não existe outra coisa pela qual os crentes devam combater com mais seriedade do que pelo assunto referente ao domínio do seu Senhor sobre toda a criação – o controle de Deus sobre todas as obras de Suas mãos – e pelo assunto referente ao trono de Deus e ao Seu direito de assentar-se sobre esse trono.
Por outro lado, não há outra doutrina mais odiada pelos incrédulos, nem uma verdade com a qual eles mais brincam do que a grande e estupenda, porém correta, doutrina da Soberania do infinito Jeová. Os homens permitem que Deus esteja em qualquer lugar, exceto em Seu trono; que Ele esteja em Sua oficina, moldando o mundo e criando estrelas, ou em Sua entidade filantrópica para distribuir Suas esmolas e dispensar Sua generosidade. Os homens admitirão que Deus sustenta a terra e as estrelas no céu e governa as ondas do oceano que se movem incessantemente. Mas, quando Ele ascende ao Seu trono, Suas criaturas rangem os dentes. E, quando proclamamos um Deus entronizado e Seu direito de realizar o que deseja com Suas próprias coisas, Seu direito de dispor de Suas criaturas como Ele achar melhor sem consultá-las a respeito do assunto, então, nesse momento somos execrados e vaiados, e os homens fecham os ouvidos para nós, pois o Deus que está no trono não é o Deus que eles amam. Eles não O amam quando Ele se assenta no trono, com o cetro em Suas mãos e a coroa em Sua cabeça. No entanto, apreciam falar sobre o Deus que está assentando no trono. Este é o Deus em quem nós (calvinistas) cremos.
– Charles Haddon Spurgeon
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Se você me perguntar o que eu sou, eu lhe responderei: "sou esposo". Se você insistir, lhe responderei: "sou pai". Você ...
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Você já deve ter ouvido de muitas pessoas por aí, incluindo entre religiosos, que o verdadeiro casamento é aquela celebração feita na igreja...
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