A verdadeira conversão de um homem | JP Padilha



Quando um homem é convencido pelo Espírito Santo e se converte, ele perde todos os seus direitos. Ele não tem direitos próprios; ele não tem mais identidade própria; ele não possui mais uma vida própria (Gl 2.20; Mt 16.24-25). Seu espírito, sua alma e seu corpo agora pertencem a Deus e quase todos os seus planos são frustrados (Dt 32.39; Rm 14.8; Mt 16.26; Ef 2.19-22; 1Jo 2.17; 3.1-2; 6.37-40; Mc 3.33-35; Jo 1.12-13; 8.35; Gl 4.4-7; 2Co 12.7-10; Pv 16.9; Jó 42.2).

Uma das marcas fundamentais da verdadeira espiritualidade é a profunda consciência de pecado. Na Bíblia, aqueles que mais admitiam sua pecaminosidade eram frequentemente os mais espirituais. Paulo afirmou ser o principal dos pecadores (1Tm 1.15). Pedro disse: “Retira-te de mim, porque sou pecador” (Lc 5.8 ). Isaías declarou: “Ai de mim... sou homem de lábios impuros” (Is 6.5). Pessoas espirituais reconhecem sua luta mortal contra o pecado. Paulo afirmou que morria diariamente (1Co 15.31).

O homem convertido agora é um escravo de Cristo (Rm 6.16-22). Um escravo não pode escolher o que comer, o que beber, para onde ir, como viver ou como morrer (Lc 12.15-31; Jo 6.27; Rm 14.8); e ele não reclama (Fp 2.14); antes, dá graças a Deus por tudo (1Ts 5.18; Fp 4.6), pois sabe que não é merecedor de nada, e que está sendo sustentado de graça (Rm 3). Melhor ainda: foi salvo da ira do Seu SENHOR de graça (Ef 2.8-10). Ele é um escravo e está nas mãos do Seu Senhor. Ele carrega em si as marcas de Jesus Cristo (Gl 6.17). Assim como Cristo está sujeito ao Pai, ele está sujeito a Cristo, Seu Senhor e Salvador (Tg 4.7; Hb 5.7; 12.9; 1Jo 4.10; Lc 2.11; Gl 2.20; Fp 2.6-8).

Sua vida não pertence mais a si mesmo, mas ao Senhor (Gl 2.20). Um escravo não faz perguntas, mas obedece às ordens do Seu Senhor, sem se queixar (Lm 3.39). Não é seu dever se preocupar com o seu sustento, mas sim estar à disposição do Seu SENHOR (Lc 12.22-31). O sustento vem da mão do Seu Deus, quando assim Lhe aprouver (Sl 127). Se Deus disser “sim” ao seu pedido, amém; e se Ele disser “não”, amém.

– JP Padilha
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Devemos rasgar o Antigo Testamento? | JP Padilha



Em um de meus artigos eu falei sobre o fato dos salmos não serem cristãos, isto é, que os salmos não foram escritos por cristãos nem para cristãos, muito embora nós possamos ser edificados, consolados e exortados por eles. Algumas pessoas se escandalizaram com esta verdade e me acusaram de estar dizendo que o Antigo Testamento não serve para nada na vida cristã. Bom, aqui vai uma explicação da mensagem que estou tentando transmitir ao leitor. Não seja tão radical na interpretação do que escrevi no artigo “Como os salmos se aplicam ao cristão”. Segue abaixo o link do artigo para quem quiser lê-lo antes de continuar a leitura deste artigo:

“Como os salmos se aplicam ao cristão?”
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2025/04/como-os-salmos-se-aplicam-ao-cristao-jp.html

Será que não consegui me expressar? Eu não disse para rasgar o Antigo Testamento. O que eu disse foi que adorar em verdade no Antigo Testamento significava adotar todas aquelas coisas que Deus havia estabelecido para o culto judaico. Todavia, a adoração da Igreja não é uma adoração judaica. Portanto, não encontramos elementos judaicos na adoração cristã, tais como templos, sacerdotes, dízimos, clérigos acima dos leigos, vestes especiais para clérigos, pastores dirigindo a congregação e a adoração, púlpitos ou altares para os clérigos pregarem, títulos lisonjeiros como “Pastor Fulano”, “Reverendo Beltrano”, “Doutor Sicrano”, nem instrumentos musicais na adoração, coros profissionais, cantores celebridades, incensos etc. Na doutrina dos apóstolos (que está nas epístolas) não existe nada disso. Lá encontramos apenas a adoração expressa na ceia do Senhor e em cânticos, orações e ações de graças.

Acrescentar elementos do Antigo Testamento na adoração da Igreja é uma prática que nada tem a ver com a verdade da adoração da Igreja. Ao fazer isso, o cristão pode até estar adorando “em espírito” (pois ele tem o Espírito Santo em si), mas não está adorando “em verdade” segundo a doutrina dos apóstolos. Trata-se de um culto construído com os elementos que ele achou melhor usar, como fizeram os samaritanos em seu culto judaico distorcido.

Algumas pessoas disseram, em resposta ao meu artigo sobre “como os salmos se aplicam ao cristão”, que os salmos são a única forma permitida por Deus para adoração e que as orações imprecatórias fazem parte da vida cristã. Então, eu pergunto: Em primeiro lugar, onde, na Bíblia, está escrito que os salmos são a única fonte de adoração permitida por Deus? Em segundo lugar, em qual versículo Jesus ensina a fazer as chamadas “orações imprecatórias” – amaldiçoando nossos inimigos e desejando o mal de nossos adversários? Em qual epístola isso é ensinado? Não há uma resposta bíblica para isso, obviamente.

Voltando à questão da adoração cristã, devemos sempre nos perguntar: Onde e como Deus quer que o cristão o adore? A resposta está nas epístolas, e em nenhum outro lugar. Qualquer acréscimo será invenção humana – fora da Verdade que é a Palavra de Deus. A ideia de que usar elementos do Antigo Testamento está correto por se tratar da Palavra de Deus abre as portas para uma porção de erros como temos visto na cristandade. A adoração cristã é "fora do arraial" (Hb 13.13), ou seja, fora do sistema que havia sido estabelecido para Israel. É preciso distinguir bem as diferentes partes da Palavra de Deus e como devem ser aplicadas nas diferentes épocas:

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem (divide bem, sabe usar bem) a palavra da verdade” (2 Timóteo 2.15 – ênfase minha).

Algumas pessoas que leram meu artigo a respeito dos salmos serem judaicos não gostaram do que eu escrevi pelo fato de acharem que eu estava dizendo que na adoração cristã não existe lugar para cânticos. Eu não disse isso. Na adoração cristã encontramos cânticos sim:

“Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração” (Efésios 5.19).

“A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração” (Colossenses 3.16).

Sendo assim, cantar hinos e louvores a Deus faz parte da adoração cristã. O que não faz parte da adoração cristã são os salmos que dizem respeito somente a Israel e os cantores e músicos profissionais para isso, algo que fazia sentido no Antigo Testamento quando as pessoas não tinham o Espírito Santo habitando nelas. Neste caso, a adoração era exterior, havia os levitas, os cantores, os instrumentos musicais, as roupas especiais etc. Além disso, muitos dos salmos do Antigo Testamento não coadunam com a prática cristã, e eu deixei isso bem claro no artigo anterior (Clique no link disponível no início deste artigo para mais informações sobre isso).

Os cristãos devem cantar "com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração", como dizem os versículos acima. O problema todo acontece quando tomamos o que vemos ao redor como verdade e a partir daí buscamos na Bíblia aquilo que esteja de acordo com o que vemos na cristandade hoje. As práticas dos cristãos não são o exemplo que devemos seguir ou a régua pela qual devemos medir as Escrituras, mas exatamente o inverso. As Escrituras é que devem ser o crivo que filtra o que os cristãos devem fazer.

Os escritos do Antigo Testamento são sombras das coisas que haviam de vir (Cl 2.17), mas agora temos a realidade, que é Cristo no meio de nós e o Espírito Santo habitando na Igreja, coletivamente e no crente individualmente. A adoração cristã, obviamente, não é a mesma dos israelitas.

Na adoração cristã não existe lugar para cantores celebridades, danças, instrumentos musicais, corais, altares, incenso, animais sacrificados, templo, clérigos acima dos leigos, pastores dirigindo a congregação e a adoração etc.

Mesmo quando se utiliza algum salmo do Velho Testamento, o cristão deve ter sabedoria para entender que muitos salmos foram escritos para o povo terreno de Deus – Israel – para o qual as bênçãos prometidas eram terrenas e ao qual Deus ordenou que destruísse seus inimigos de carne e ossos. Portanto, podia fazer sentido para um israelita pedir a Deus pela destruição de seus inimigos e louvar a Deus por isso, mas isso não faz qualquer sentido para um cristão, cuja esperança está no Céu e que vive no Espírito de Cristo, Aquele que não veio aqui para matar e destruir, mas para salvar.

Esse contraste entre os modos de agir do Antigo e do Novo Testamento fica claro no modo dos discípulos judeus terem encarado as coisas segundo o exemplo que encontravam no Antigo Testamento e como o Senhor os repreendeu, mostrando que havia agora uma nova ordem de coisas:

"E os seus discípulos, Tiago e João, vendo isto, disseram: ‘Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?’ Voltando-se, porém, repreendeu-os, e disse: ‘Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las’. E foram para outra aldeia" (Lucas 9.54-56 – ênfase minha).

Fazer descer fogo do céu podia fazer sentido nos tempos de Elias, mas não agora; não para cristãos; não para a Igreja. Do mesmo modo, nenhum cristão iria hoje, de sã consciência, cantar um salmo como o 109:

"Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva a sua mulher! Sejam poucos os seus dias, e outro tome o seu ofício! Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva a sua mulher! Andem errantes os seus filhos, e mendiguem; esmolem longe das suas habitações assoladas. O credor lance mão de tudo quanto ele tenha, e despojem-no os estranhos do fruto do seu trabalho! Não haja ninguém que se compadeça dele, nem haja quem tenha pena dos seus órfãos!"

O fato dos salmos estarem na Bíblia, que é a Palavra de Deus, não significa que possam ser aplicados em todas as épocas e situações. Não podem. Dá para perceber claramente o quanto essa coleção de maldições está longe da dispensação atual da graça de Deus e do modo como o Senhor nos ensinou a tratar nossos inimigos. A não compreensão do Antigo Testamento como uma maneira particular de Deus tratar com o mundo e com o Seu povo terreno, Israel, durante um determinado período de tempo, é o que tem levado as pessoas a muita confusão hoje, quando cristãos tentam misturar as coisas. A Teologia Reformada do Pacto faz isso. Esse tipo de teologia emburrece os crentes. Com isso, um grupo escolhe o que lhe convém do Antigo Testamento, outro escolhe outra parte e assim por diante.

Lembre-se de que o cristão deve saber manejar bem ou dividir bem a Palavra de Deus para não cair nesses erros.

O que falta a esses “pastores” e “ministros” do sistema religioso denominacional é o entendimento que me faltaria se eu tentasse socorrer um acidentado e tentasse reconstruir seu corpo. Por não ser médico, eu acabaria costurando os órgãos nos lugares errados, na ordem errada e para cumprirem funções erradas. O resultado seria um corpo bem ao estilo Frankenstein. Assim são as denominações existentes na cristandade, e é assim que muitos de seus ministros tentam explicar a Bíblia, sorteando os versículos que mais lhe agradam e que se encaixam em suas doutrinas pré-estabelecidas.

Quanto a isso, o apóstolo Paulo instrui Timóteo da seguinte forma: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Timóteo 2.15).

A versão de J. N. Darby, se traduzida para o português, ficaria assim: “Esforça-te diligentemente para apresentar-te aprovado a Deus, como obreiro que não tem de que se envergonhar, cortando com precisão a palavra da verdade”. Nesta versão, a imagem que temos é de um bisturi nas mãos de um hábil médico que separa os órgãos corretamente, de acordo com seu lugar, posição e função.

A primeira edição da Bíblia em inglês, publicada em 1535 por iniciativa do Rei Tiago da Inglaterra, ou “King James”, trazia um prefácio de Miles Coverdale que trazia um conselho semelhante: “Será de grande auxílio para entenderes as Escrituras se atentares não apenas para o que é dito ou escrito, mas de quem e para quem, com que palavras, em que época, onde, com que intenção, em quais circunstâncias, e considerando o que vem antes e o que vem depois”.

Sendo assim, não se pode querer entender a Bíblia como um saco de versículos que você sacode, mistura e tira dali uma passagem qualquer para embasar uma doutrina. Como escreveu Coverdale, é preciso saber “de quem e para quem, com que palavras, em que época, onde, com que intenção, em quais circunstâncias, e considerando o que vem antes e o que vem depois”.

Quando aprendemos sobre a história do Brasil, a professora começa falando de Cabral e do descobrimento, e não da Operação Lava-Jato, para que não surja alguma dúvida de que Cabral ela está falando. Assim acontece com a revelação de Deus. A revelação de Deus nas Escrituras foi progressiva e dada em etapas.

Um bom livro para entender melhor este tema é o livro "A Ordem de Deus", de Bruce Anstey. Link abaixo para baixar de graça ou comprar impresso:
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PODE OU NÃO PODE FUMAR? | JP Padilha



Na próxima vez que seu "pastor" vier com regrinhas gnósticas com aparência de sabedoria, mas que não são de valor algum senão para satisfação carnal (Cl 2.23), e disser para você que fumar, tomar bebida alcoólica ou comer salsicha é pecado com base no texto bíblico que fala que “o nosso corpo é templo do Espírito Santo" (1Co 6.18-20), diga a ele que esta passagem das Escrituras está tratando especificamente e unicamente do pecado da FORNICAÇÃO e que ele deveria passar mais tempo estudando a Bíblia do que ensinando.

"Fugi da FORNICAÇÃO. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que fornica peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus" (1 Coríntios 6.18-20).

Esse é o contexto. "Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que FORNICA peca contra o seu próprio corpo" (v. 18).

O texto é claro: o pecado contra o corpo é a FORNICAÇÃO.

Na época de Jesus não existia cigarro, mas havia bebida alcoólica. E Ele bebia. Foi motivo suficiente para os FARISEUS o acusarem de beberrão. Certamente, nos dias de hoje, Jesus seria um belo fumante de charuto e seria motivo de escândalo entre os FARISEUS modernos, além de ser acusado por eles de viciado em fumo! Ah, como eu queria ver essa cena!

Entenda a fundo sobre esse assunto no link abaixo:

FUMAR É PECADO?
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COMO SURGIU A IDEIA DE DAR DÍZIMO A UMA INSTITUIÇÃO RELIGIOSA? | JP Padilha



O dízimo é bíblico? Sim. Mas, o dízimo é cristão? NÃO. A lei do dízimo pertence à dispensação da Lei e era uma instituição puramente judaica. No Novo Testamento não há nenhum registro sequer dessa prática e, por cerca de 300 anos da história da Igreja, não encontramos os cristãos dizimando, até porque o dízimo consistia em sacrifícios de animais e colheitas das plantações.

A ORIGEM DO “DÍZIMO CRISTÃO”
E DO SALÁRIO DO CLERO


Cipriano (200-258 d.C.) foi o primeiro escritor “cristão” a mencionar a prática de sustentar financeiramente o “clero” – uma classe especial de homens considerados “líderes” da Igreja de Cristo. Cipriano argumentou em seus escritos antibíblicos que, da mesma forma que os levitas foram sustentados pelo dízimo no Velho Testamento, assim também o “clero cristão” deveria ser sustentado pelo dízimo – imposição que consiste em pagar 10% de sua renda a uma instituição religiosa. Todavia, isso representa uma das mais repugnantes ideias que alguém poderia ter com relação à Igreja. A partir do momento em que Cristo morre na cruz e ressuscita dentre os mortos, o sistema levítico está eliminado, juntamente com todo o tipo de lei mosaica e sacerdócio veterotestamentário. Na Igreja, todos os crentes são sacerdotes, tendo como Sumo Sacerdote Jesus Cristo, que está nos céus. Por essa razão, se um dito “sacerdote” demanda dízimo dos fieis da Igreja de Deus, ele está praticando HERESIA e estelionato! O pedido de Cipriano foi bem incomum naquele tempo e, por isso, não foi apoiado nem divulgado pelo povo cristão naquela época, mas, somente muito tempo depois.

Além de Cipriano, nenhum escritor cristão antes de Constantino (272 d.C. - 337 d.C.) jamais utilizou referências do Velho Testamento para impor sobre a Igreja a lei do dízimo. Foi somente no século IV, 300 anos depois de Cristo, que alguns líderes cristãos começaram a defender a lei do dízimo como prática cristã a fim de sustentar o clero. Mesmo assim, isso não chegou a ser comum entre os cristãos até o século VIII! Segundo o que podemos constatar na história, pelos primeiros 700 anos o dízimo quase não fora mencionado entre os cristãos, até mesmo entre as denominações religiosas que começaram a ser instituídas a partir do século IV por meio de Constantino. Vale ressaltar que, até que a institucionalização da Igreja começasse por volta do século IV no império romano, os cristãos se reuniam como Jesus havia ensinado em Mateus 18.20, dentro de suas casas e em lugares menos pretenciosos do que aquelas réplicas do templo judaico que vemos na ruína do testemunho cristão hoje. A judaização da Igreja começou exatamente no século IV, com Constantino. Porém, a ideia do dízimo, como já fora mencionado, já estava circulando pouco tempo antes com os ensinos de Cipriano.

DA TEORIA PARA A PRÁTICA

Para ser mais exato, o assim chamado “dízimo cristão” migrou do Estado para a Igreja. Na prática, tudo começou com o Estado tendo total influência sobre as denominações religiosas e vice-versa, como é o exemplo da Igreja Anglicana na Inglaterra e da Igreja Católica Romana na Itália. Na Europa Ocidental, exigir o dízimo da produção de alguém era cobrar o aluguel da terra que lhe era dada em arrendamento. Na medida em que a cobrança do aluguel de 10% era entregue à Igreja, esta aumentava sua quantidade de terras ao longo da Europa. Essa prática resultou em um novo significado relacionado a essa cobrança de 10%. Logo chegou a ser identificada com o dízimo levítico! Por conseguinte, o “dízimo cristão” como instituição foi baseado em uma fusão da prática do Velho Testamento com a instituição pagã (o Estado). Isto é, não podemos dizer que se trata de Judaísmo nem de Cristianismo, visto que nem Israel, nem a Igreja edificada por Cristo jamais exerceu esse tipo de “dízimo” em dinheiro pago a um “clero”.

Já no século XVIII, o “dízimo cristão” chegou a ser um requisito legal nas ditas “igrejas” em muitas áreas da Europa Ocidental. Nessa época, o conceito bíblico do dízimo judaico, como lei cerimonial praticada no Antigo Testamento, já havia desaparecido. O “dízimo cristão” tornou-se obrigatório ao longo da Europa cristã.

Em outras palavras, antes do século VIII, o “dízimo cristão” era um ato de oferta voluntária (o termo “dízimo” já havia sido implementado pelos líderes das mais variadas denominações religiosas). Mas, pelo fim do século X, ele passou a ser uma exigência legal para sustentar a Igreja Estatal – exigida pelo clero e colocada em vigor pelas autoridades seculares!

Infelizmente, com essa judaização da Igreja, a maioria das denominações religiosas modernas, principalmente aquelas conhecidas como “igreja evangélica”, dá continuidade ao ato de dizimar em dinheiro como uma exigência legal. Certamente você não vai ser castigado fisicamente por não dizimar. Porém, se você não for dizimista – isto se aplica à maioria das igrejas modernas – você será excluído das posições importantes do ministério da denominação a qual está afiliado e sempre será culpado e atacado de cima do púlpito das instituições ditas cristãs.

O SALÁRIO DO CLERO

Quanto à ideia do clero receber salários mensais, os ministros da Igreja de Deus não receberam salários durante os primeiros três séculos d.C. Durante 300 anos isso não é encontrado na história da Igreja. Porém, quando Constantino, líder estatal da igreja em Roma, entrou em cena, ele instituiu a prática de pagar um salário fixo ao clero. Esse salário era proveniente dos fundos eclesiásticos e das tesourarias municipais e imperiais. Assim, pois, nasceu o salário do clero, uma prática daninha que não tem resquício de apoio do Novo Testamento. Mas, isso não é tudo. O ato de pagar um salário ao assim chamado hoje “pastor” obriga-o a ser complacente com os homens. É a lei do “faça por merecer” (o dito “pastor” diz o que as pessoas querem ouvir e as pessoas dão dinheiro a ele por isso). O então pastor se torna escravo dos homens. O “vale refeição” do pastor está garantido na medida em que ele se faz simpático com a congregação. Assim, pois, ele nunca está à vontade para expressar-se livremente sem temer perder alguns fortes dizimistas. Esta é a praga do sistema do pastor assalariado.

CONCLUSÃO

Embora o dízimo seja bíblico, ele não é cristão. Jesus Cristo nunca ensinou isso aos cristãos e jamais impôs tal lei à Sua amada noiva – a Igreja. Os cristãos do século I não o observaram e por cerca de 300 anos o povo de Deus não o praticou. Dizimar não foi uma prática aceita em grande escala entre os cristãos até o século VIII! O ato da oferta voluntária no Novo Testamento é segundo a capacidade de cada um e este sim tem a ver com dinheiro e todo o tipo de posse, além de não ser uma imposição da Lei, mas sim um ato de caridade pessoal (1Co 16.1-2; 2Co 8.5,11-12). Os cristãos doavam AOS POBRES para ajudar a outros, a fim de apoiar obreiros apostólicos da Igreja, permitindo-lhes viajar e evangelizar (2Co 9.9). O apóstolo Paulo falou sobre “dar e receber” e deixou claro que não desejava servir de peso a ninguém (2Ts 3.8-9; Fp 4.15-19). NINGUÉM dentre os cristãos primitivos pediu dinheiro em troca de exercer seu ministério com honestidade. Um dos testemunhos da Igreja Primitiva foi o de revelar o quão liberais eram os cristãos com relação aos pobres e necessitados. Foi isso que fez com que gente de fora da Igreja, inclusive o filósofo Galeno, presenciasse o poder gigantesco e encantador da Igreja Primitiva e dissesse: “Olhe como se amam uns aos outros”.

Definitivamente, o dízimo pertence ao Velho Testamento, onde um sistema de tributação foi estabelecido para apoiar os pobres e onde havia um sacerdócio especial separado para ministrar ao Senhor. Com a vinda de Jesus Cristo, houve uma “mudança na lei” – o antigo acordo foi “cancelado” e “posto de lado”, dando lugar a um novo. Agora, todos somos sacerdotes – livres para entrar no “Santo dos santos”, isto é, na presença de Deus (Ap 1.6; 5.10; 1Pe 2.5,9; Hb 10.19-22; 13.15-16). A Lei, o velho sacerdócio e o dízimo foram crucificados com Cristo. Agora não há cortina do Templo, nem imposto do Templo, e não há um sacerdócio especial que se coloca entre Deus e o homem. O cristão está liberto da atadura da lei do dízimo e da obrigação de apoiar o sistema clerical inventado pelos homens.

– JP Padilha – Livro: “O Evangelho Sem Disfarces – Volume 4 – A verdade sobre dízimos e ofertas na Bíblia”

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Deus ordena que você seja fiel para o seu próprio bem, não porque Ele precisa da sua fidelidade.

 


Artigos sobre dízimos e ofertas segundo a Bíblia | JP Padilha



Graças a Deus temos visto algumas das ovelhas de Cristo acordando a tempo de sair deste sistema de coisas trazido do Judaísmo para a cristandade. Para quem deseja saber o que a Bíblia ensina sobre dízimos, ofertas diversas, etc., segue abaixo uma listinha básica dos artigos onde eu falo sobre o assunto:

A verdade sobre o Dízimo
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Oferta voluntária na Igreja de Deus
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2019/10/oferta-voluntaria-na-igreja-de-deus-jp.html

Deus ordena que socorramos os mais necessitados da Igreja
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2019/11/deus-ordena-que-socorramos-os-mais.html

Jesus mandou dar o Dízimo?
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2019/11/jesus-mandou-dar-o-dizimo-jp-padilha.html

O Dízimo e a diversidade de leis da Bíblia
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2025/10/o-dizimo-e-diversidade-de-leis-da.html

UM ALERTA BÍBLICO – O Dízimo é uma ordenança contrária ao cristão
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2025/10/um-alerta-biblico-o-dizimo-e-uma.html

Por que a lei do Dízimo não é para os cristãos?
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2022/07/por-que-lei-do-dizimo-nao-e-para-os.html

Os judeus atuais ainda dão o Dízimo?
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2022/07/os-judeus-atuais-ainda-dao-o-dizimo-jp.html

Como surgiu a ideia de dar dízimo a uma instituição religiosa?
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2022/07/como-surgiu-ideia-de-dar-dizimo-uma.html

– JP Padilha – Artigos baseados no livro “O Evangelho Sem Disfarces – Volume 4 – A verdade sobre dízimos e ofertas na Bíblia”

Livro disponível no Clube de Autores aqui:
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Coleção do livro “O Evangelho Sem Disfarces”:
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OBSERVAÇÃO: Nesse site você encontra os volumes da coleção “O Evangelho Sem Disfarces” separados por tema. Basta rolar o mouse para baixo. Meus livros estão todos no link acima.

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Se você me perguntar o que eu sou, eu lhe responderei: "sou esposo". Se você insistir, lhe responderei: "sou pai". Você ...