O QUE É, O QUE É? | JP Padilha



Foi considerado o maior pregador do século XX. Sua fama como grande "avivador" e "ganhador de almas" se alastrou por todo o mundo. É amado por "gregos e troianos". Arminiano, pentecostal, ecumenista, universalista, sincretista, maçom de 33º, acreditava e ensinava que nós cristãos e os muçulmanos servimos ao mesmo Deus, negava que Cristo fosse o único caminho para a salvação e afirmava que há outras maneiras de conhecer a Deus além da Escritura, sendo uma delas a natureza e o "livre-arbítrio" do homem. Este falso profeta creu e ensinou abertamente que há formas dos pagãos de várias tribos conhecerem a Deus fora da Bíblia e que eles podem ser salvos FORA DE CRISTO.

Suas campanhas consistiam em um sistema de apelo que visava o maior número de pessoas possível, tendo como método o que é tecnicamente chamado de "evangelho da livre oferta", independente se havia ou não uma transformação real do caráter daquelas massas. Baseado numa teologia puramente pragmática e sensorial, fez multidões acreditarem que estavam salvas porque fizeram uma "oração de aceitação a jesus".

Tinha em sua membresia o papa, o pastor, o liberal, o umbandista, o espírita e qualquer um que repetisse as palavrinhas mágicas "aceito jesus". Católicos romanos e liberais eram sua equipe preferida no intento de conquistar os corações incautos por todo o mundo. Por fim, morreu aos 99 anos de idade sob o título de "maior evangelista do século XX" e com status de "santo" e "salvo". Seu nome começa com Billy e termina com Graham.

Quem acertar a resposta, ganha uma "profecia" de "prosperidade" e um "dom de línguas estranhas" para subir de nível espiritual.

– JP Padilha
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Leia o artigo completo sobre o maior falso profeta do século XX, Billy Graham, aqui:
https://jppadilhabiblia.blogspot.com/2018/03/billy-graham-o-maior-falso-profeta-do.html

A Teologia do Pacto não se sustenta


O QUE É O DIA DO SENHOR? | JP Padilha


“Ai daqueles que desejam o dia do Senhor! Para que quereis vós este dia do Senhor? Será de trevas e não de luz” (Amós 5.18).

O “dia do Senhor” refere-se justamente ao período da Tribulação e, especialmente, ao dia do Seu julgamento sobre as nações (gentios), quando Ele voltar em Sua Segunda Vinda com a Igreja dos céus. É neste evento que ocorre a separação entre bodes e ovelhas – os “bodes” representam aqueles que serão mortos para aguardarem o Juízo Final (o Grande Trono Branco – Ap 20.10-15), enquanto as “ovelhas” são mantidas vivas para entrarem no Reino Milenar de Cristo (Mt 25.31-46). A Igreja não participa deste julgamento, pois já estará no Céu com Cristo sete anos antes (1Ts 4.16-17; Ap 3.10) e voltará com Ele para reinar dos céus no Reino Milenar. Ela também não participa do julgamento do Grande Trono Branco, pois já está salva antes mesmo da fundação do mundo (Ef 1.4-5; 2Tm 1.9-10). A ira do Senhor jamais cairá sobre a Sua Igreja, pois Cristo disse que não há condenação para a Igreja, já que ninguém pode tirá-la de Suas mãos (Jo 10.28). Ou seja, a Igreja não participa do Julgamento das Nações, nem do Juízo Final (Grande Trono Branco), mas apenas do Tribunal de Cristo, o qual não tem caráter condenatório, mas de apreciação das obras praticadas pelo crente. O Tribunal de Cristo é somente para os crentes, que participarão deste “julgamento de obras” quando estiverem no Céu (2Co 5.10; cf. 1Co 3.12-15). No Tribunal de Cristo, que ocorrerá no Céu, não é o crente que será julgado, mas a qualidade de sua obra na terra. A passagem de 1 Coríntios 3.12-15 nos ensina de forma clara que até mesmo aquele crente que não fez obra alguma digna de ser aproveitada “SERÁ SALVO”. Cada crente receberá um galardão diferente, assim como também há uma escala de condenação para os réprobos, pois o Senhor Jesus nos ensinou isso quando disse que haveria “maior juízo” para uma cidade do que para outra, ou quando falou dos religiosos de Sua época, alertando os discípulos: "Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes talares e muito apreciam as saudações nas praças, as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes; os quais devoram as casas das viúvas e, para o justificar, fazem longas orações; estes sofrerão juízo muito mais severo" (Lucas 20.46-47).

Ou seja, a Igreja não tem participação em nenhum evento onde há juízo ou condenação, seja no Julgamento das Nações (Segunda Vinda), seja no Grande Trono Branco (Juízo Final).

Muita gente pensa que o "dia do Senhor" é um dia santo para adorá-lo, e alguns pensam ser o domingo, por ser o primeiro dia da semana do nosso calendário e porque os apóstolos tiveram a iniciativa de estabelecer o primeiro dia da semana para culto, adoração e ministério. Tem gente que pensa que o "dia do Senhor" é o sábado devido ao Sábado dos judeus no Antigo Testamento. Mas a extravagância no erro de interpretação bíblica se dá mesmo ao pensar que o “dia do Senhor” é o arrebatamento da Igreja. Todos esses pensamentos a respeito do “dia do Senhor” estão errados, mas quando se diz que o “dia do Senhor” se trata do arrebatamento, fica difícil de se suportar. Esta é a pior das conclusões.

Muitos religiosos, em especial os teólogos do pacto e seus seguidores, pensam que o “dia do Senhor” é o arrebatamento da Igreja. Não há, entretanto, qualquer Escritura para isso. Toda vez que a Bíblia se refere ao "dia do Senhor", ela está falando do período da Tribulação sobre a terra e do tempo do Julgamento das Nações ao final da Tribulação, que ocorre na Segunda Vinda de Jesus com Sua Igreja já arrebatada, onde bodes e ovelhas são separados – os bodes são mortos neste julgamento e as ovelhas são mantidas vivas para entrarem no Reino Milenar de Cristo. O “dia do Senhor” é um dia de julgamento que começará na Aparição de Cristo, no final da Tribulação. No tempo da Tribulação, a Igreja não estará aqui, pois já terá sido arrebatada ao Céu sete anos antes (1Ts 4.16-17; Ap 3.10). Naquele tempo, quando o Senhor descer pela segunda vez com Sua Igreja, Ele intervirá publicamente sobre os caminhos do homem, firmando Seu poder universal e domínio sobre os céus e a terra. “O dia do Senhor” continuará durante todo o período de 1.000 anos do Reino de Cristo, quando (no fim do “dia do Senhor”) os céus e a terra se desfarão (2Pe 3.8-10).

Um erro muito comum é usar 2 Tessalonicenses 2.2-3 para afirmar que o “dia do Senhor” é o arrebatamento. Vejamos o contexto: “Não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto [o dia do Senhor é presente – JND]. Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha [sem que tenha vindo primeiro – JND] a apostasia e se manifeste [e tenha se manifestado – JND] o homem do pecado, o filho da perdição”. Esses versículos têm sido tomados erroneamente para significar que o dia que o Senhor vem para Sua Igreja (o arrebatamento) não acontecerá até que o Anticristo e a apostasia se manifestem na Tribulação. Como o Anticristo se levanta na Tribulação, e o “dia do Senhor” acontece depois disso, então os teólogos do pacto e seus seguidores pensam que a Igreja terá que estar na Tribulação.

O erro aqui é supor que o “dia do Senhor” é o arrebatamento. A Escritura diz que o “dia do Senhor” começa na Aparição de Cristo (Segunda Vinda) e não no arrebatamento. Ela diz: “antes de chegar gloriosamente o grande ‘dia da Aparição do Senhor’” (Atos 2.20 – JND). Isto é, o “dia do Senhor” ocorre sete anos após o arrebatamento, somente na Segunda Vinda de Cristo à terra.

Há pelo menos 20 referências ao “dia do Senhor” na Palavra de Deus. Algumas delas se referem ao seu começo, na Aparição de Cristo (2Ts 2.2; 2Pe 3.10; 1Ts 5.2, etc.). Outras referências são advertências de esse dia estar “perto”, indicado pelo ataque do rei do norte, o qual acontecerá logo antes do início desse dia (Jl 1.15; 2.11; Sf 1.7-20; Zc 14.1-2, etc.). Mas, não há sequer um registro bíblico dizendo que o arrebatamento dos santos ocorre no “dia do Senhor”. Se os que discordam disso insistirem que o Senhor leva a Igreja ao Céu no dia do Senhor, então apresentem as bases bíblicas que atestam essa premissa. Tais suposições são resultado de não se examinar cuidadosamente as Escrituras (At 17.11; 2Tm 2.15).

O “dia do Senhor” é um período de julgamento que começa na Aparição de Cristo (2Pe 3.4, 8-10); ele não começa no arrebatamento. O “dia do Senhor” é o período quando Cristo irá publicamente intervir nos caminhos do homem na terra, afirmando Seu poder universal e autoridade em julgamento. Esse dia irá se estender por 1.000 anos (2Pe 3.8-10 – o Milênio). No arrebatamento, o Senhor não estabelecerá publicamente Seus direitos na terra, intervindo em julgamento; Ele levará a Igreja para o Céu e deixará o mundo continuar com seu mal, momento em que o mundo ocidental receberá o Anticristo. O arrebatamento nunca é visto como um dia de julgamento para este mundo, mas como o momento em que o Noivo (Cristo) e a noiva (Igreja) são alegremente unidos.

Entendendo essas coisas simples e básicas a respeito do “dia do Senhor”, poderemos ver imediatamente que Paulo não estava falando sobre o arrebatamento em 2 Tessalonicenses 2.2-3. Ele estava mostrando aos Tessalonicenses que o “dia do Senhor” e os julgamentos que o acompanhavam não poderiam estar presentes entre eles, pois o surgimento do Anticristo e a apostasia tinham que acontecer antes.

Infelizmente, há pessoas que ainda estão propondo o mesmo erro que estava incomodando os tessalonicenses. Eles estão perturbando os cristãos, dizendo-lhes que deveriam se preparar para a Tribulação porque a Igreja irá passar por ela. Ironicamente, esses hereges estão usando hoje os mesmos três métodos (em princípio) para proporem seu erro, assim como os falsos mestres estavam fazendo nos dias de Paulo! Senão, vejamos:

• Primeiro, “por espírito” (v. 2) – os falsos mestres reivindicavam que tinham recebido uma revelação espiritual dada a eles pelo Senhor.

• Segundo, “por Palavra” (v. 2) – os falsos mestres estavam aplicando erradamente a Escritura do Velho Testamento para apoiar seus ensinamentos heréticos.

• Terceiro, “por epístola, como que de nós” (v. 2) – isto é, eles, na realidade, tinham ido tão longe a ponto de produzirem uma epístola com suas ideias heréticas nela e dizendo que a epístola era de Paulo.

Aqueles que ensinam essas falsas doutrinas também dizem que receberam isso por meio de alguma revelação especial de Deus. Estão também tentando usar as Escrituras para apoiarem suas ideias e estão usando inclusive o ministério de Paulo (tal como nesta passagem), dizendo que ele ensinava que a Igreja deveria passar pela Tribulação.

Outra razão pela qual essa interpretação é incorreta é que ela destrói a iminência da vinda do Senhor para arrebatar Sua amada Igreja nos ares (1Ts 4.16-17). A vinda do Senhor para levar Sua Igreja para o Céu (o arrebatamento) está sempre presente na Escritura como algo que poderia acontecer a qualquer momento. Os que pensam que a Igreja deva passar pela Tribulação depreciam a ideia de que Ele poderia vir a qualquer momento, pois pensam que isso é uma violação direta da interpretação deles a respeito de 2 Tessalonicenses 2.2-3, que afirma que o Anticristo tem que surgir antes. Entretanto, Paulo e os outros apóstolos se esforçavam para colocar a proximidade da vinda do Senhor diante da Igreja de modo que isto seria uma esperança presente. Paulo disse: “Mas a nossa cidade (ou cidadania) está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o Seu corpo glorioso” (Filipenses 3.20-21). Ele também disse: “Porque ainda um poucochinho de tempo, e O que há de vir virá, e não tardará” (Hebreus 10.37). “Porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. A noite é passada, e o dia é chegado” (Romanos 13.11-12). “Isto, porém, vos digo, irmãos: que o tempo se abrevia” (1 Coríntios 7.29). “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares” (1 Tessalonicenses 4.16-17). Neste último versículo, Paulo se coloca entre os que estão esperando pela vinda do Senhor, quando diz “nós” (Veja também 1Co 15.51-52 – “nós”). Isso era algo que ele esperava mesmo naqueles dias do início da Igreja. Tiago também disse: “Porque já a vinda do Senhor está próxima” (Tiago 5.8 ). Pedro disse: “Eis que já está próximo o fim de todas as coisas” (1 Pedro 4.7). João disse: “Filhinhos, é já a última hora” (1 João 2.18). Isso mostra que os apóstolos ministraram de tal modo que colocavam, diante deles, a vinda do Senhor para arrebatar a Igreja como algo iminente. Este evento está para ocorrer a qualquer momento.

Ensinar que alguns eventos devem acontecer antes que o Senhor venha nos arrebatar nos ares, tais como a revelação do Anticristo e os horrores da Tribulação (Mt 24), seria uma direta contradição ao ensino dos apóstolos. Destruiria a iminência da “bendita esperança” (Tt 2.13 – ARA).

O triste efeito de tirar a “bendita esperança” da Igreja irá fazer com que nos acomodemos neste mundo. Isto é exatamente o que aconteceu em grande medida. É essencialmente dizer: “O meu Senhor tarde virá” (Mateus 24.48). Por esta mesma razão, o Senhor nunca nos disse quando iria retornar, mas disse: “Certamente cedo venho” (Apocalipse 22.20).

O teste para todo ministério é: “Ele ocupa o coração com Cristo?”. Esse tipo de ensino errôneo a respeito do “dia do Senhor”, que leva ao entendimento errado de que a Igreja passaria pela Tribulação, faz qualquer coisa, menos isso! Ao invés de levar os santos a esperarem pela vinda de Cristo, leva os santos a esperarem pelas coisas em volta no mundo – pelo Anticristo, etc. A Igreja é para estar esperando a vinda de Cristo, não a vinda do Anticristo.

Para melhor entendimento sobre o que significa “apostasia” em 2 Tessalonicenses 2.3, clique neste link:

O verdadeiro significado de "Apostasia" em 2 Tessalonicenses 2.3:
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Falsas doutrinas trabalham em conjunto com as emoções!


CAIR NO ESPÍRITO É BÍBLICO? | JP Padilha



Muita gente já presenciou e/ou até mesmo caiu na armadilha do hipnotismo pentecostal, chegando a manifestar comportamentos bizarros em muitas denominações evangélicas. Um clássico exemplo disso é o famoso “cair no espírito”, onde a pessoa é convencida, seja por meio de hipnotismo, emocionalismo ou até mesmo por meio do poder de demônios, que elas estão “cheias do Espírito Santo” ao caírem no chão e ficando inertes. Os demônios exercem grande influência nessa prática de engano e blasfêmia em massa.

Mas, será que existe base bíblica que possa ser usada para explicar essas pessoas caindo em muitos cultos evangélicos quando o “pastor” estende a mão diante delas? A resposta é obviamente NÃO. Não existe nenhuma evidência bíblica para essa prática que induz as pessoas a ficarem em estado de êxtase, horas a fio no chão, como se estivessem mortas. Na verdade, isso mostra que estão indo contra um dos elementos do fruto do Espírito Santo, que é o domínio próprio, isto é, o domínio da razão, das emoções, dos sentimentos, do comportamento, etc (Gl 5.22). Toda essa aberração praticada e incentivada pelo movimento pentecostal só mostra que os praticantes e os líderes que exercem poderes demoníacos sobre essas pobres almas estão longe de serem convertidos.

A ideia de “cair no Espírito” é quando um suposto pastor impõe as mãos sobre alguém e essa pessoa cai no chão, supostamente dominada pelo poder do Espírito. Os que praticam "cair no Espírito" usam passagens bíblicas que falam de pessoas tornando-se "como morto" (Ap 1.17), ou caindo sobre o próprio rosto (Ez 1.28; Dn 8.17-18; 10.7-9). No entanto, há vários contrastes entre os exemplos bíblicos de "cair sobre o próprio rosto" e a prática aberrativa de "cair no Espírito".

As passagens em que encontramos pessoas caindo na Bíblia não têm nada a ver com essa enganação praticada em denominações pentecostais por ministros de Satanás travestidos de ministros de justiça. “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras” (2 Coríntios 11.13-15).

O que eles fazem ali é pura exibição para tirar dinheiro dos incautos e, para tal, utilizam de diferentes técnicas, desde atores contratados até hipnotismo e sugestionamento em massa (como efeito estouro da boiada). Isso quando não estão imbuídos de poder satânico para imitar os sinais de Deus, como fizeram Janes e Jambres, os magos de Faraó.

A Bíblia nos alerta que estes homens, se dizendo pastores, possuem aparência de piedade, mas negam a eficácia dela. E continua: “Destes afasta-te. Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé” (2 Timóteo 3.5-8). Sendo assim, estes líderes religiosos já estão em si mesmos condenados (Tt 3.10-11).

Mas, e quanto às passagens que falam de pessoas caindo, como por exemplo em João 18.6? Os que caíram em João 18.6 eram os guardas que tinham ido prender a Jesus. Quando chegaram até Ele, este deu apenas um lampejo de seu poder para que os guardas sentissem que estavam brincando com algo muito sério quando tentavam prender o Filho de Deus, o qual não podia ser preso por ninguém. Em outras passagens você vê pessoas caindo sobre seus rostos, mas isso em sinal de adoração, aflição, pavor ou humilhação, dependendo da passagem. Vejamos alguns exemplos disso:

“Quando Moisés ouviu isso, caiu sobre o seu rosto” (Números 16.4).

“E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o. E os discípulos, ouvindo isto, caíram sobre os seus rostos, e tiveram grande medo” (Mateus 17.5-6).

Contrariando estes versículos, na farsa do "cair no Espírito" as pessoas caem para trás, ou em resposta ao movimento do braço do orador, ou como resultado do toque de um líder da denominação (ou empurrão, em alguns casos).

Portanto, “cair no espírito” não é obra do Espírito Santo. É histeria gospel. É blasfêmia contra o Espírito Santo, pois se atribui uma prática insana ao Espírito de Deus. Infelizmente, muitas pessoas buscam essas falsificações estranhas que não produzem fruto espiritual nenhum, ao invés de buscarem o fruto prático que o Espírito distribui com o propósito de glorificar a Cristo com nossas vidas (Gl 5.22-23). Ser cheio do Espírito não é evidenciado por tais farsas, como “cair no chão”, mas sim por uma vida que transborda com a Palavra de Deus de tal forma que a pessoa esteja sempre cheia de cânticos espirituais e de gratidão a Deus. Que Efésios 5.18-20 e Gálatas 5.22-23 sejam um retrato das nossas vidas!

– JP Padilha
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FORA DO ARRAIAL – O que significa “arraial” em Hebreus 13.13? | JP Padilha



Hebreus 13.13 está fazendo referência ao arraial ou sistema religioso judaico, com o qual os cristãos nada mais têm a ver. "Saiamos pois, a ele, para fora do arraial, levando o seu vitupério”. A carta aos cristãos hebreus os exorta a saírem para fora de todo aquele sistema que, mesmo que no passado tivesse sido estabelecido por Deus, já não tinha nenhum sentido, pois Cristo fora colocado fora dele.

A pergunta que não se cala é: Como esta passagem se aplica ao cristão hoje? O arraial hoje se trata da cristandade organizada pelos homens e que traz um bom número de elementos do culto do judaísmo, como templos, sacerdotes, vestimentas especiais, clero, dízimos, lugares santos, objetos santificados etc. Quando somos exortados a sair para fora do arraial, isto não significa que no arraial, ou seja, na cristandade, não existam verdadeiros cristãos. É certo que lá hajam pessoas salvas, embora elas estejam descontentes com sua instituição religiosa, pois sabem que a institucionalização da Igreja é algo que Jesus nunca intentou para o seu povo. Jesus jamais ordenou ou permitiu que a Igreja fosse institucionalizada e se transformasse numa casta de várias denominações religiosas, cada qual com sua doutrina preconcebida. Porém, infelizmente, hoje, a maioria dos cristãos está lá, creio eu. Todavia, esses sistemas que os homens inventaram não tiveram suas origens em Deus e, portanto, devo afastar-me deles.

Ainda sobre o denominacionalismo, vê-se que a maioria das denominações não está interessada em pregar a Cristo, mas sim apregoar seus rótulos. Não digo que todas sejam assim, mas é certo afirmar que a maioria está interessada em números, não em conversões genuínas. Os novos convertidos são convidados a se tornarem membros de algo que não está na Bíblia. Mas a verdade é que nem mesmo o próprio convertido tem poder para se acrescentar ao corpo de Cristo. Ninguém pode acrescentar-se a si mesmo ao corpo de Cristo. Quando alguém crê no Senhor, este alguém é acrescentado pelo próprio Senhor à igreja, que é o corpo de Cristo, tornando-se assim seu membro (At 2.47b). Não é necessário que se torne membro de coisa alguma. Já é membro da única Igreja que encontramos na Palavra de Deus. É a única que inclui todos os salvos. Se você é membro de alguma igreja que não inclua em seu rol todos os salvos, tal igreja não é a que encontramos na Bíblia. Porém, se você disser que foi convidado ou se tornou membro de uma seita (denominação), então a frase está correta. Mas isso não pode, de forma alguma, ser dito a respeito da Igreja. Como já fora dito, é o Senhor quem acrescenta os salvos à sua Igreja, e não o homem.

Muitos pensam que é mais correto congregar em uma denominação do que reunir-se em uma casa com alguns poucos irmãos. Mas você não conseguirá encontrar na Bíblia nenhum versículo que o autorize a se reunir num sistema denominacional criado pelo homem, enquanto, por outro lado, o Senhor promete estar onde dois ou três estiverem reunidos ao Seu nome (e em mais nenhum nome – Mt 18.20). Se você chegar ao ponto de reconhecer que o denominacionalismo é algo contrário aos planos de Deus, aprenderá, de 2 Timóteo 2.19, que não cabe a nós dizer quem é do Senhor e quem não é; Ele conhece os que Lhe pertencem, onde quer que estejam. Vale ressaltar que isso não se aplica àqueles que negam a fé e se voltam contra o evangelho, sendo excomungados pela Igreja. Neste caso, sabemos que estes não pertencem a Deus.

Mas, atenção! Ao servo que entende a vontade de Deus, a este recai a responsabilidade de apartar-se da iniquidade e seguir a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor (2Tm 2.22), mesmo que tenha que fazê‑lo com apenas um ou dois irmãos em sua própria casa. Isto será mais precioso aos olhos do Senhor do que dois mil ou três mil sujeitos a estatutos, faculdades teológicas, doutores em divindade, reverendos e outras dezenas de coisas instituídas pelo homem e denominadas “cristianismo”.

Entenda mais sobre o que é Igreja segundo a Bíblia nos links abaixo:

O que é Igreja?
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A Bíblia ensina que os cristãos devem congregar no templo?
https://jppadilhabiblia2.blogspot.com/2019/08/a-biblia-ensina-que-os-cristaos-devem.html

Fim dos Templos:
https://jppadilhabiblia2.blogspot.com/2019/08/fim-dos-templos.html

CRISTIANISMO OU JUDAÍSMO? - O Judaísmo não é o padrão para a adoração cristã:
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QUEM É O JP PADILHA? QUAL É A SUA PROFISSÃO?

Se você me perguntar o que eu sou, eu lhe responderei: "sou esposo". Se você insistir, lhe responderei: "sou pai". Você ...